Escrever é arrancar o nó que tem na garganta.
É falar sem ter a quem, desabafar sem medo,
Tirar o fardo das costas e caminhar um pouco.
É sair do lugar sem sair, vasculhar a mente;
Desenhar um mapa de vários sentimentos.
Que um dia alguém vai seguir e encontrar:
Você...
Você diferente, de um modo que jamais viram;
Dês das penas até a pedra mais dura escondida.
Como explicar uma coisa que não tem como?
As palavras ficam embaraçadas e confusas.
Mais é assim que estão dentro do coração.
E o mapa? Linhas entrelaçadas sem direção,
quase impossível achar o caminho certo.
Mais no fim... Alguém vai chegar lá, um dia!
E esse alguém vai entender o que não se explica.
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